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Os eventos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) na praia de Copacabana, Rio de Janeiro, contarão com 12 pontos de recarga de bateria de celular através de energia solar.

Estima-se que sejam geradas três milhões de toneladas de lixo durante o evento. Por isso, além da instalação dos painéis fotovoltaicos, haverá voluntários, que ficarão responsáveis pela coleta e separação de lixo. Também serão distribuídos ao público dois milhões de sacolas biodegradáveis.

A ação é realizada pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Fórum das Américas, a Fundação João Paulo II e o Pontifício Conselho para os Leigos.

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Outras ações ambientais têm norteado o evento, como é o caso do lançamento do Guia Ecológico da JMJ. Elaborado pelo padre Josafá Siqueira, reitor da PUC-Rio, e pelo diretor do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente da PUC (NIMA), Luiz Felipe Guanaes, o guia foi inspirado em diversos documentos da Igreja sobre o meio ambiente.

Em contrapartida, a paróquia de São Sebastião de Itaipu, no Rio de Janeiro, derrubou 334 árvores para “limpar” uma área onde será realizada uma missa da JMJ. A ação, que foi realizada sem o consentimento das autoridades, teve repercussão negativa e rendeu uma multa de R$ 10 mil.

A JMJ acontece no Rio de Janeiro, entre os dias 23 a 28 de julho. A abertura do evento será realizada em Copacabana nesta terça-feira (23). Com informações do Terra.

Redação CicloVivo

 

 

 

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