Após a polícia ambiental suspender as atividades de um canil irregular no interior de São Paulo, mais uma vez levantou o debate sobre a venda e compra de animais de estimação (veja a história aqui). No meio da polêmica, uma das maiores redes de pet shop do país, a empresa Petz, foi questionada por vender animais que tinham origem deste mesmo canil.

Além de operar sem licença, o canil Céu Azul, de Piedade (SP), que tinha mais de 1500 animais, era um lugar onde acontecia os mais diversos maus-tratos. O caso chocou e ganhou repercussão midiática, o que levou à Petz a ser pressionada nas redes sociais. Inicialmente, a empresa anunciou a suspensão do relacionamento com o canil e que iria “reavaliar o processo de vistoria”. Em vídeo publicado no Instagram, o Presidente da Petz, Sérgio Zimerman, afirmou: “A partir de agora todas as lojas espalhadas pelo país não comercializarão mais cães e gatos.”

Por hora, eles ainda têm animais remanescentes, mas a promessa é que em breve os espaços hoje usados para venda sejam colocados à disposição das Ongs que promovem a adoção de animais. Os grupos de defesa animal vibram com a notícia e esperam que as medidas sejam de fato cumpridas.

Mais informações sobre as irregularidades do canil, que motivou essa “virada” nos negócios da rede, você encontra aqui. Abaixo o anúncio da companhia: