Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Estudantes de graduação, ensino médio, cursos técnicos ou cursos livres de cinema terão mais uma vez a chance de participar do mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais. O Concurso Curta Ecofalante, um dos programas competitivos da Mostra Ecofalante de Cinema, recebe inscrições até o dia 10 de março.

Serão aceitos filmes com até 30 minutos de duração, feitos por estudantes de qualquer instituição de ensino do Brasil. O critério de seleção será a qualidade cinematográfica do trabalho e a relevância do tema, que deve abordar questões que dialoguem com pelo menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU na Agenda 2030.

Os filmes selecionados farão parte da programação da 9ª edição da Mostra Ecofalante, que acontecerá entre os dias 28 de maio e 10 de junho em São Paulo, e concorrerão nas categorias Melhor Curta Ecofalante – com prêmio de R$ 4.000,00 – e Melhor Filme pelo Público.

Curta Ecofalante

O Concurso Curta Ecofalante foi criado em 2015 com o objetivo de estimular a produção audiovisual brasileira, incentivando aqueles que estão no início de suas carreiras. É uma realização da Ecofalante, organização não governamental sem fins lucrativos fundada em 2003 com o objetivo de realizar projetos que contribuam para o desenvolvimento sustentável do planeta por meio da educação e da cultura.

O regulamento e a ficha de inscrição podem ser acessados aqui.

Apoio

Nesta edição, o Concurso Curta tem apoio do WWF-Brasil, organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha para mudar a atual trajetória de degradação ambiental e promover um futuro onde sociedade e natureza vivam em harmonia.

Gabriela Yamaguchi diretora de Sociedade Engajada do WWF-Brasil ressalta a importância da ação: “Disseminar cultura e conhecimento por meio do cinema é um dos meios de conscientizarmos a população sobre as questões ambientais, especialmente as novas gerações. Acreditamos que novos olhares são fundamentais para que os debates socioambientais sobre a proteção da natureza se conectem a todos nós”.