mini casas coronavírus
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Por Ana Carolina Harada | Casa.com.br

Já faz alguns anos que a cidade de Seattle (EUA) vem usando as chamadas “tiny houses” ou mini casas, em português, como alternativa para abrigar, mesmo que temporariamente, as pessoas em situação de rua. As casas são erguidas rapidamente, organizadas em vilas em pontos estratégicos.

Foto: Reprodução | Casa.com.br

Com o surto de coronavírus, tornou-se urgente buscar soluções para proteger essa população vulnerável. A prefeita Jenny Durkan anunciou no começo de março que iria acelerar a construção de mais vilas, suficiente para abrigar mais 100 pessoas.

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“Sabemos que precisamos tomar medidas adicionais para trazer mais da nossa comunidade desabrigada para dentro de casas”, disse Durkan em comunicado por escrito. “Nossos vizinhos em situação de rua estão em maior risco de exposição ao COVID-19 e, como cidade, região e país, devemos agir com urgência para lidar com os impactos contínuos dessa crise de saúde pública”.

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Normalmente, uma vila de mini casas leva alguns meses para ser erguida, mas agora, elas são feitas em apenas algumas semanas. Essas casinhas são mais apropriadas para conter o avanço do vírus, já que possuem um grau de privacidade e distanciamento, o que não é viável nos abrigos tradicionais, onde as pessoas dormem a poucos centímetros umas das outras.

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