A campanha “Ruas para mobilidade ativa durante a pandemia” pede que se crie “um plano emergencial de mobilidade ativa com rotas de ciclovias temporárias e área para deslocamento a pé, através de extensões de calçada e destinando o espaço das ruas para modos ativos, de forma integrada.” 

Para convencer a prefeitura de São Paulo, listam várias cidades que já estão agindo nesse sentido. Como, por exemplo, Bogotá, na Colômbia, que desde o primeiro dia do confinamento nacional, implementou ciclovias temporárias como forma de evitar aglomeração no transporte público, e que agora já conta com 80 km de ciclovias temporárias 24h na cidade.

Outra cidade apontada na campanha é Lima, no Peru, que anunciou recentemente um plano que já está na primeira etapa para implementar 301 km de ciclovias temporárias de emergência. Ainda mencionam Quito e Buenos Aires, assim como algumas cidades europeias como Milão, Barcelona, Madri e Londres. 

Destacam ainda que os deslocamentos a pé são maioria na cidade e que é impossível manter a distância de 2 metros de outras pessoas na maior parte das calçadas de São Paulo. 

Para contribuir com a pressão, basta entrar neste link, preencher com nome e e-mail e enviar a mensagem. Ela chegará diretamente nos e-mails do prefeito Bruno Covas e do Secretário de Mobilidade e Transporte, Edson Caram. 

Articulada pela ONG SampaPé!, fazem parte da campanha o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo, a Ciclocidade, o Instituto A Cidade Precisa de Você, o Instituto Aromeiazero, o Instituto Corrida Amiga, o coletivo Metrópole 1:1, a Cidadeapé – Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo e a Cidade Ativa.