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O Empire State Building, um dos edifícios mais famosos dos Estados Unidos, anunciou na última semana que utilizará somente energia renovável em toda a sua estrutura. O prédio comercial localizado em Nova York utilizará energia eólica, comprada da fornecedora americana, que é líder no segmento de energias limpas e compensação de carbono, Green Mountain Energy Company.

Segundo Anthony E. Malkin, empresário do ramo imobiliário especializado na inserção de tecnologias de eficiência energética em construções antigas, a adequação do Empire State atrai novos inquilinos preocupados com a utilização de energias limpas e leva o edifício a um novo padrão.

O contrato de dois anos estabelecido com a fornecedora de energia resultou na compra de 55 milhões de quilowatts-hora (kWh) de energia renovável anualmente. Esse montante representa redução de 100 milhões de quilos de dióxido de carbono (CO2) lançados por ano na atmosfera. Isso seria como se quase todas as casas de Nova York desligassem suas luzes por uma semana.

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A negociação é histórica para a empresa Green Mountais, já que em treze anos de existência a corporação nunca havia comercializado uma quantia tão grande de energia verde para um único cliente. A compra também coloca o prédio em 18º lugar na lista da Agência de Proteção Ambiental Americana, na categoria de eficiência energética.

O edifício, que pretende se tornar referência em sustentabilidade, já havia apresentado em julho um projeto de reforma, anunciado pelo ex-presidente americano Bill Clinton, cujo objetivo é educar as milhões de pessoas que visitam anualmente a estrutura sobre os benefícios globais de práticas sustentáveis.

Além da substituição da energia tradicional por fontes renováveis, o famoso prédio comercial contará com um trabalho de conscientização ambiental realizado com todos os inquilinos e visitantes. O objetivo da ação é mostrar os benefícios da escolha por energias renováveis. A mesma empresa que fornecerá energia para o Empire State também oferece soluções verdes espaços menores e residências.

Com informações do IBTimes UK

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