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Uma plataforma britânica que incentiva as pessoas a fazerem promessas em prol de uma vida mais saudável e de um ambiente urbano mais agradável de viver. É essa a proposta do “Donation”, um site em que os internautas são convidados a escolherem a ação mais adequada a seu estilo e se comprometa a realizá-la.

Há uma lista de sugestões, como trocar a escada rolante e elevador pelas escadas, usar roupas ecológicas, caminhar, emprestar e solicitar empréstimo de objetos entre amigos, reduzir o desperdício de alimentos, pedalar, dar carona e até aproveitar o sol para aquecer a água, entre outras coisas.

Uma das promessas, por exemplo, sugere que as pessoas não deixem a água ferver em excesso – perda de tempo, energia e dinheiro. Essa dica é voltada especialmente para os britânicos, que têm o chá como tradição.

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Para colocar a ideia em prática, o internauta também deve ter um amigo apoiador, que se comprometerá a também realizar alguma iniciativa.

A ferramenta é destinada a projetos individuais, de qualquer interessado, e também no engajamento de empresas e funcionários. Como uma empresa social, o site ainda vende livros, adesivos, camisetas e bottons da iniciativa a preços justos. Os interessados em ajudar o projeto também podem ser voluntários, veja aqui

A palavra “Donation” é um trocadilho em inglês da palavra doação e doe ação. A ideia da fundadora, Hermione Taylor, é mostrar que o mundo necessita mais de atitudes para inspirar mudanças. “Ao saber que 42% das emissões de carbono do Reino Unido é o resultado de ações individuais, percebi que o meio ambiente precisa de ação mais do que de dinheiro. Assim, me propus a criar uma maneira divertida e social para incentivar as pessoas a assumirem novos hábitos”, afirmou em artigo ao The Guardian.

Mobilizações que buscam uma melhoria dos espaços públicos, da mobilidade urbana e alimentação saudável são exemplos de movimentos que têm ganhado força, tendo apoio, inclusive, de sites de financiamento colaborativo. Para muitos, já está claro que as cidades precisam de ações concretas da população, uma vez que o poder público deixa a desejar no seu papel de zelar pela qualidade de vida das pessoas.

Marcia Sousa – Redação CicloVivo

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