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Na última quarta-feira (20), o IBAMA suspendeu a licença ambiental concedida à ferrovia Oeste-Leste, na Bahia. A Valec, empresa responsável pela obra, descumpriu as condições socioambientais previstas.

Um das prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) era a ferrovia Oeste-leste, porém o órgão ambiental, IBAMA, teve de suspender a licença de quatros trechos da obra devido à falta de compromisso com as condições impostas previamente.

Os trechos, com investimento previsto para R$ 2,5 bilhões, estão entre as cidades de Caetité e Ilhéus, ambas na Bahia. A Oeste-Leste deve consumir R$ 7,4 bilhões até a conclusão das obras.

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Um dos acordos era que tivesse um levantamento de áreas atingidas pela ferrovia e o monitoramento de impactos, que poderia atingir sítios arqueológicos, por exemplo. Entretanto, tal exigência não foi cumprida.

As empresas contratadas pela Valec também deveriam: fazer estruturas de drenagem e contenção de sedimentos, não utilizar dormentes de madeira nativa e contratar mão de obra local.

Contatada pelo jornal Folha de S. Paulo, a assessoria do IBAMA não soube informar quais condicionantes não vinham sendo cumpridas. Já a Valec afirma que apresentará ao órgão ambiental documentos que mostram o que foi feito até agora. 

O projeto prevê que a Oeste-Leste seja ligada à ferrovia Norte-Sul, em Figueirópolis, Tocantins. Com informações da Folha.

Redação CicloVivo

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