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Estudo realizado pelo Center for Food Safety da Universidade da Geórgia, aponta que os frangos convencionais são mais suscetíveis à salmonela do que os orgânicos.  Os pesquisadores analisaram animais de abate e provaram que esse resultado está relacionado à maneira como os frangos são criados: se os convencionais podem ser presos em gaiolas, os orgânicos devem ser mantidos em um ambiente semelhante ao seu habitat natural.

A salmonela é uma bactéria que se mantém no ambiente passando de um animal para outro. No estudo, enquanto 38,8% das aves tradicionais carregavam a bactéria, o mesmo ocorria em apenas cinco por cento das orgânicas. Além disso, as salmonelas encontradas no frango comum apresentam maior resistência a antibióticos, o que não ocorreu com frangos orgânicos.

A intoxicação alimentar por salmonela é um desafio para a saúde pública e é muito frequente em granjas. Apesar de a bactéria ser comum no intestino da galinha, ela pode causar a contaminação da membrana que envolve a gema durante a formação do ovo e, dependendo das condições em que o animal for criado, pode contaminar também a carcaça do animal.

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Levantamentos em diferentes países têm mostrado que 30% a 50% das carcaças de frangos congelados ou resfriados estão contaminadas por salmonela. Para evitar esse tipo de intoxicação, é de extrema importância só comer ovos e carnes de frango bem cozidos. Também é essencial lavar as mãos depois de lidar com carnes não cozidas e alimentos preparados com ovos crus. Com informações de Ecocidades.

Redação CicloVivo

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