Hoje, dia 5 de setembro, é celebrado o Dia da Amazônia. A data tem como objetivo alertar sobre a importância de preservar a maior reserva natural de fauna e flora do planeta. Para comemorar a data e chamar atenção para a urgente necessidade de conservação da área, o Videocamp disponibiliza online – de 5 a 12 de setembro – o documentário Waapa. Durante esse período, bastará se inscrever na plataforma para assistir ao filme gratuitamente.

Produzido pela Maria Farinha Filmes, o longa foi dirigido por David Reeks, Paula Mendonça e Renata Meirelles. Waapa propõe um mergulho inédito na infância Yudjá e nos cuidados que acompanham o crescimento das crianças no parque indígena do Xingu. O filme mostra como o brincar, a vida comunitária e as influências de uma relação espiritual com a natureza influenciam essas crianças, que transitam por todos os espaços da aldeia com total liberdade para brincar.

“Em ‘Waapa’ vamos contar um pouco dessa história e do conhecimento dos Yudjá sobre suas crianças e o crescimento na comunhão com a natureza, onde o corpo dialoga, desde muito cedo, com essas forças e potências essenciais da natureza e como o brincar e a medicina deles, está envolvido nessa relação”, diz Paula Mendonça, uma das diretoras do filme.

Sobre o Videocamp
O Videocamp é uma plataforma online e gratuita que possibilita que produções audiovisuais em busca de impacto e transformação alcancem o maior número possível de pessoas. Por meio de exibições públicas, que podem ser realizadas por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo, o Videocamp democratiza o acesso à cultura e à informação. Para os realizadores, a plataforma potencializa a formação de público e atua como ferramenta de promoção dentro da estratégia de lançamento do filme.

Sobre o Território do Brincar
O programa Território do Brincar é um trabalho de pesquisa, documentação e sensibilização sobre a cultura da infância brasileira, coordenado pela educadora Renata Meirelles e pelo documentarista David Reeks e correalizado pelo Alana. Os dois viajaram pelo Brasil por dois anos e o registro dessa jornada – em filmes, fotos, textos e áudios – se transformou em publicações, documentários, exposições e diálogos sobre a infância brasileira.

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Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.