Com as estações mais quentes e chuvosas do ano, vem também os mosquitos e as epidemias de dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Para evitar a proliferação deste inseto é essencial evitar situações que facilitem a reprodução dos mosquitos. Para isso, as autoridades municipais, vigilância sanitária e a própria população precisam atuar juntas.

O aplicativo “Sem Dengue” foi criado há pouco mais de um ano com o intuito de facilitar o monitoramento e a denúncia de possíveis focos de dengue nas cidades. São Paulo foi um dos primeiros municípios a oficializar a ferramenta e fazer uso da tecnologia para combater a dengue. Atualmente, diversas cidades em todo o Brasil já aderiram ao aplicativo, para conectar a população às autoridades competentes. Porto Alegre, Teresina, São Luís, Santos e Niterói são algumas das cidades que já contam com o sistema.

O “Sem Dengue” foi desenvolvido pela Colab.re e é muito simples de ser usado. Basta ao usuário publicar uma foto do local em que a água está acumulada, juntamente com a localização. As informações permanecem na rede, de forma parecida com o que acontece nas redes sociais.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

No entanto, vale explicar que as prefeituras usam as informações como base para a criação de mapas com as regiões infectadas. Apenas o envio da foto não garante que uma equipe irá até o local, mas isso ajuda a monitorar e definir as áreas prioritárias nas atividades de combate aos mosquitos.

O aplicativo está disponível gratuitamente para iOS e Android.

Redação CicloVivo