O aparelho celular, o liquidificador, a caixa de som e outros aparelhos que foram substituídos por modelos mais novos, contam com circuitos eletrônicos que não podem ser descartados no lixo comum. Por isso, os eletroeletrônicos usados ou quebrados precisam ser entregues em postos de coleta especializados.

Em São Paulo são mais de 70 endereços espalhados por todas as regiões da cidade que recebem este tipo de material. Componentes eletrônicos expostos em aterros sanitários ou mesmo em pontos de descarte irregular podem liberar substâncias tóxicas como Mercúrio, Cobre, Cádmio e, além disso, impedir que outros componentes sejam reaproveitados pela indústria, diminuindo o impacto ambiental. Por isso, é importante se atentar ao local do descarte.

Onde descartar?

Para descobrir o endereço de descarte de lixo eletrônico mais próximo, basta acessar o site da Coopermiti, cooperativa especializada em eletroeletrônicos, e verificar os pontos de coleta na Capital e Grande São Paulo – que vão continuar em funcionamento também em 2020. 

Um problema mundial

De acordo com o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), o mundo produzirá 120 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano até 2050. Em 10 anos de funcionamento a Coopermiti já reciclou 2 mil toneladas de resíduos eletrônicos, mas o número poderia ser ainda maior. Apesar do crescente engajamento dos paulistanos, a cooperativa trabalha com apenas 30% da capacidade de reciclagem devido a falta de destinação adequada de aparelhos eletrônicos quebrados ou sem uso.