Curta “Um Pé de Caju”: Entre histórias vividas e histórias contadas, Cajueiro, comunidade quilombola do município de Alcântara (MA), desapropriada de seu primeiro território em 1980 – devido a expansão do Centro de Lançamento de Alcântara – se reterritorializa cotidianamente através da transmissão do conhecimento educacional quilombola.
A Mostra Ecofalante de Cinema chega à sua 15ª edição e anuncia os filmes brasileiros selecionados para as suas seções competitivas. Considerado o mais importante evento audiovisual da América do Sul focada nas questões socioambientais, o evento acontece de 28 de maio a 10 de junho, em São Paulo.
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Concorrem um total de 51 filmes brasileiros, produzidos no Distrito Federal e em 18 estados brasileiros: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins.
As obras selecionadas integram as competições Territórios e Memórias e Concurso Curta Ecofalante. Saiba mais sobre cada uma abaixo:
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Para a competição Territórios e Memórias, voltada a curtas e longas-metragens que discutam temas sociais e ambientais no Brasil, estão selecionados 12 longas e 19 curtas-metragens. Os filmes concorrem aos seguintes prêmios:
Já para a competição Concurso Curta Ecofalante, exclusiva para curtas-metragens realizados por estudantes (ensino superior, técnico, livre ou médio), estão selecionados 24 títulos. Nessa categoria, as premiações oferecidas são as seguintes:
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melhor filme – R$ 7 mil
prêmio do público – troféu da edição de 2026
51 filmes brasileiros são selecionados
Entre os dias 28 de maio a 10 de junho será possível prestigiar gratuitamente a 15ª Mostra Ecofalante de Cinema em diferentes salas da cidade de São Paulo. A mostra de filmes é uma realização da Ecofalante, OSC responsável pelo programa Ecofalante Educação e pela plataforma Ecofalante Play.
Confira abaixo cada um dos filmes brasileiros selecionadas nas seções competitivas:
Territórios e Memória / longas-metragens
No filme “Minha Terra Estrangeira”, Txai Suruí, jovem ativista ambiental que dedica sua vida à luta pela floresta.
“A Fabulosa Máquina do Tempo” – Eliza Capai
“Amazônia Oktoberfesta” – Sérgio Oliveira e Felipe Drehmer
“Arquivo Vivo” – Vincent Carelli
“Até Onde a Vista Alcança” (Brasil-SP, 2025, 80 min) – Alice Villela e Hidalgo Romero
“Ser Cria” (Brasil-RJ, 2025, 9 min) – Marco Aurélio Correa
“Trago Seu Amor de Volta” (Brasil-SP, 2026, 18 min) – Raíssa Anjos
“Um Gosto Assim” (Brasil-DF, 2026, 20 min) – Helena Versiani
“Um Pé de Caju” (Brasil-MA, 2025, 22 min) – Pablo Monteiro e Cadu Marques
Curta “Rio Mãe”: em Xinjiang, no Noroeste da China, um rio subterrâneo leva vida em meio ao deserto para o povo uigur. Construção milenar cuja as águas fluem das profundezas da terra até os verdes campos de uvas, o Karez é conhecido pelos que dele usufruem como Rio Mãe.
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