Para diminuir os efeitos que a quarentena provoca em famílias em situação de vulnerabilidade social, a PepsiCo anunciou três iniciativas: a doação de 115 mil refeições, a distribuição de 575 mil produtos fabricados pela empresa (aveia, achocolatado, biscoitos e água de coco) e suporte financeiro a cooperativas de reciclagem que pararam suas atividades devido ao COVID-19.

“Nesse momento em que toda a sociedade enfrenta os impactos do coronavírus, temos a responsabilidade de dar acesso à alimentação àqueles que mais precisam”, afirma João Campos, CEO da PepsiCo do Brasil. “Esse é um momento que exige colaboração e resiliência”.  

Doações e parcerias

A doação das mais de 115 mil refeições será feita por meio de aporte financeiro da Fundação PepsiCo, braço filantrópico global da companhia, ao GFN (Global Foodbanking Network). No Brasil, a distribuição dessas refeições, àqueles em maior necessidade, será realizada pelo Mesa Brasil, do SESC, programa que há mais de 25 anos combate a fome e o desperdício de alimentos.

Paralelamente, a empresa doará o equivalente a 103 toneladas (ou 575 mil unidades) de produtos próprios, como aveia, achocolatado em pó, biscoitos, água de coco, entre outros, às famílias em vulnerabilidade de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco, locais onde a empresa mantém operações industriais. Este é o primeiro lote de doações de produtos da companhia para o enfrentamento da pandemia, que deve ter sequência nas próximas semanas, até que a situação se normalize.

A terceira medida é um auxílioextra a cooperativas de catadores que já são apoiadas pela PepsiCo e que tiveram que paralisar suas atividades. A empresa vai antecipar investimentos realizados em programas de reciclagem dos quais faz parte, para subsidiar parte da renda dos cooperados.

Campanha internacional

As doações fazem parte de uma campanha maior da Fundação PepsiCo para a América Latina, que engloba 12 países (México, Brasil, Colômbia, Argentina, Guatemala, Chile, Peru, Panamá, Equador, Costa Rica, Uruguai e República Dominicana) e visa fortalecer os recursos de instituições locais para atender à população afetada e entregar a necessária e urgente nutrição diante dos desafios impostos pela pandemia, como o fechamento de escolas e as dificuldades logísticas originadas pelas medidas de distanciamento social.