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Calculadora digital compara custos de modais de transporte

Em trajetos curtos, uso de bicicletas chega a ser até 90% mais barato que outros meios de transporte

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Foto: Christie Kim | Unsplash
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As alterações climáticas, a alta dos combustíveis, crise financeira, importância das atividades físicas e os congestionamentos nos grandes centros urbanos, são alguns dos motivos que têm levado as pessoas a repensarem hábitos e gastos mensais, sendo o transporte um custo relevante nesta composição.

Para ajudar nesta avaliação, a Tembici, empresa de sistemas de bikes compartilhadas, lançou uma calculadora na qual os preços dos diferentes meios de transporte podem são comparados levando-se em conta a distância percorrida.

Na ferramenta, as pessoas conseguem ver o quanto podem gastar em cada meio de transporte e assim tomar a decisão ideal sobre a forma de ir e vir. Na calculadora já são considerados custos aproximados como combustível, preço de passagem, assim como outros gastos, como tarifas e seguros obrigatórios.

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A calculadora é totalmente gratuita. Para acessar e fazer as simulações de trajeto, clique aqui.

“A ferramenta tem o objetivo de mostrar que nossas escolhas no dia a dia, como no caso da locomoção, representam um grande impacto financeiro no final do mês, além do meio ambiente e qualidade de vida. É um convite para as pessoas repensarem seus hábitos de deslocamento que podem ser mais eficientes, baratos e sustentáveis.”

Lara Thomazini, diretora de brand marketing na Tembici.
Foto: Pixabay

“Um trajeto à padaria, à casa de um amigo que mora perto ou academia, não precisam ser feitos com carro. Um trajeto diário de 20 km, por exemplo, sai por mais de R$ 1.200 no mês, quando feito de carro, enquanto no transporte público o gasto é em média R$ 230 e com a bike compartilhada fica em torno de R$ 29,90, a depender da cidade”, explica Lara Thomazini, diretora de brand marketing na Tembici.

Pedalar traz múltiplos benefícios

A bicicleta já faz parte do dia a dia das cidades e cada vez mais pessoas adotam a magrela para se locomover. A Organização Mundial da Saúde (OMS) endossou a recomendação para o uso do modal por ser um meio de transporte que contribui com o distanciamento social durante a pandemia. E mesmo depois da pandemia, muitas cidades vão manter políticas de estímulo ao uso da bike.

Foto: Febiyan | Unsplash

Em Nova Iorque, os carros perderam uma das faixas nas pontes, que passaram a ter uma faixa exclusiva para ciclistas. Na Itália, o governo passou a subsidiar a compra de bicicletas e, na França, o governos também oferece um valor para quem decide trocar o carro por bikes elétricas.

Bicicletas compartilhadas

Para quem não tem condições ou interesse em comprar uma bicicleta, as bicicletas compartilhadas são um serviço bastante interessante e prático, que vem ganhando espaço no Brasil trazendo impactos positivos para a saúde e para o meio ambiente.

Segundo a Tembici, somente em 2020, mais de 4 mil toneladas de CO2 foram poupados com o sistema de compartilhameto. Se essa mesma quantidade tivesse sido liberada na atmosfera, aproximadamente 30 mil árvores precisariam ser plantadas para promover o “equilíbrio” de contas do ponto de vista ambiental.

Higienização e cuidados ao pedalar

Como reforço de segurança aos usuários, as recomendações de uso e cuidados a serem tomados pelos usuários são usar máscaras durante as viagens, higienizar as mãos antes e depois de pedalar e evitar contato com os olhos, boca e nariz antes de lavar as mãos. Nos sistemas da Tembici, além da limpeza diária com álcool 70%, ainda no centro de operações da empresa, todas as bikes são lavadas com cloro diluído em água. 

Foto: Divulgação | Tembici

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