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O grave problema da desertificação do solo no Brasil

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A desertificação pode ocorrer por causas naturais ou em função da ação humana. Quando ocorre esse processo a vegetação é reduzida, até que o solo se torne totalmente infértil. O sertão nordestino possui 180 mil quilômetros de áreas afetadas pela desertificação, essa é a região com esse perfil mais populosa do mundo. Além do nordeste, o processo que “mata” o solo ocorre no Brasil na região dos pampas gaúchos, no cerrado do Tocantins e no norte do Mato Grosso e de Minas Gerais.

A falta de chuva é o processo natural que mais contribui para a desertificação do solo, por outro lado, a ação humana pode induzir esse processo através do mau uso das terras agrícolas e da alta densidade demográfica em regiões propensas a isso.

Os países que mais sofrem com esse desastre ambiental são os pobres ou em desenvolvimento. A desertificação traz diversos prejuízos à população, que sofre com a falta de alimentos e de perspectiva de melhora na qualidade de vida. A natureza e a economia também são prejudicadas, devido à perda da biodiversidade, agricultura e pecuária, que refletem diretamente na economia da região e do país.

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Como a desertificação atinge uma área bastante extensa e populosa do Brasil, muitas pessoas são obrigadas a migrar para outros estados ou regiões por não terem condições de sobrevivência. Nesse caso, é um problema que gera outro. Os locais mais procurados por pessoas que se encontram nessa situação são os grandes centros urbanos. No Brasil, os migrantes vão principalmente para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, que por sua vez, não possuem estrutura adequada para receber a todos e oferecer a condição de vida esperada. O êxodo das áreas do sertão para as cidades desencadeia outros problemas sociais, associados à falta de emprego, moradia e estruturas educacionais e de saúde.

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