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Termômetros russos registram temperaturas de 40°C

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Quando falamos em um verão com temperaturas de 40°C facilmente pensamos no litoral carioca ou no nordeste brasileiro. Porém, neste ano esses números estão relacionados ao verão russo. O país, que é conhecido pelo frio, tem sofrido com as altas temperaturas e baixa umidade do ar. Desde quando a Rússia começou a registrar temperaturas, há 130 anos, não acontecia um verão como este.

Condições climáticas parecidas com essas aconteceram somente cinco vezes, em 1919, 1920, 1936, 1938 e 1972. Este verão tem sido tão surpreendente, que os termômetros colocados na Sibéria chegaram a marcar 61°C de temperatura do solo, e quatorze regiões do país decretaram estado de emergência.

Os mais afetados com esse calor são os agricultores, que tiveram grande parte das plantações prejudicadas pelo clima. No início desta semana o primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, anunciou que o governo oferecerá empréstimos e subsídios aos produtores prejudicados. Estima-se que 9,3 milhões de hectares de terras tenham sido destruídos somente neste verão.

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As autoridades russas emitiram alertas para que a população faça siestas após o almoço – um intervalo de descanso típico da Espanha -, pois o calor muito forte pode trazer riscos à saúde de toda a população. Outro fator que preocupa o governo é o alto número de mortes causado por afogamento. Desde junho, foram registrados 1.200 casos de óbitos com essa causa.

A loucura nos termômetros tem atingido diversos locais em todo o mundo, nos Estados Unidos, durante os cinco primeiros meses do ano, foram registradas as temperaturas mais altas, desde 1880.

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