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Conexão com a natureza é tema do filme “O Começo da Vida 2: Lá Fora”

Novo capítulo de “O Começo da Vida” revela como a conexão genuína das crianças com a natureza pode revolucionar nosso futuro

Published 12/11/2020
O Começo da Vida: Lá Fora

Foto: Divulgação | O Começo da Vida: Lá Fora

No decorrer do processo evolutivo, os seres humanos estiveram imersos na natureza e seus corpos adaptados à ela. A fisiologia humana reconhece a natureza como casa e responde de maneira favorável quando  em contato com ambientes naturais. No entanto, em 2050, estima-se que 66% da população mundial se concentrará em áreas urbanas. No Brasil este percentual já está na ordem de 84%.

Foto: Divulgação | O Começo da Vida: Lá Fora

Somos cada vez mais atraídos pelo mundo criado pelo homem  e sofremos as consequências do afastamento  da natureza. As crianças são as mais prejudicadas com o desequilíbrio causado pelo atual estilo de vida. Elas passam 90% do seu tempo em locais fechados – em casa, em frente da televisão, jogando vídeo games,  dentro de salas de aula nas escolas, em shoppings, dentro de automóveis ou transporte público.

As doenças relacionadas à vida moderna tornaram-se um problema social à escala global: obesidade, miopia, déficit de atenção, ansiedade e até mesmo depressão.

Foto: Divulgação | O Começo da Vida: Lá Fora

Felizmente, aos poucos a sociedade está  despertando para a necessidade de equilibrar esta balança voltando se para o mundo natural, um ambiente que nos é familiar há milhões de anos.

E existe uma mudança em curso – um movimento de retorno à natureza que está se espalhando  pelo mundo. Esse movimento ganhará  um reforço expressivo a partir desta semana com a estreia de “O Começo da Vida 2: Lá Fora”.

O documentário aborda as consequências da falta de natureza no cotidiano das crianças e adolescentes e fala sobre a urgência de transformarmos as cidades e escolas em espaços mais verdes e amigáveis às crianças.  

Com lançamento mundial no dia 12 de novembro na Netflix e nas principais plataformas digitais (iTunes, Google Play, Youtube, Videocamp, Net Now e Vivo Play), “O Começo da Vida 2: Lá Fora” chega a 190 países com distribuição da Flow, uma spin-off da produtora Maria Farinha Filmes especializada em lançar filmes com movimentos, conectando narrativas urgentes e inspiradoras ao grande público.

Conexão e desenvolvimento

O documentário é a continuação da franquia de “O Começo da Vida”, lançado globalmente em 2016. Este novo capítulo mostra os benefícios do contato com a natureza no desenvolvimento das crianças, por meio da fala de especialistas e pensadores das áreas de meio ambiente e infância como a Dra. Jane Goodall e o escritor Richard Louv.

Foto: Divulgação | O Começo da Vida: Lá Fora

O Começo da Vida (2016) traduz um conceito muito importante de que ‘a criança se desenvolve a partir da sua genética e a partir das suas interações com o meio’. O Começo da Vida 2: Lá Fora se aprofunda numa questão muito importante, vital para nosso futuro, que é a relação com a natureza – que no fundo é a relação consigo mesmo, porque nós somos a natureza”, diz Estela Renner, co-fundadora da Maria Farinha Filmes e produtora.

“Enquanto não nos enxergarmos parte do meio ambiente e sim como dominadores da natureza, eu acho que nosso futuro não será muito salubre.”

Estela Renner

“O Instituto Alana acredita muito na importância do audiovisual, de engajamento, de sensibilização, de gerar reflexão na sociedade. A gente também acredita que o cinema é uma ferramenta muito importante de transformação, porque de fato ele toca as pessoas”, diz Laís Fleury, coordenadora do programa Criança e Natureza do Instituto Alana.

“Esse filme que está muito alinhado  com o que acreditamos e com as nossas diretrizes de honrar a infância e colaborar com uma infância rica em natureza, boa e saudável para todas as crianças.”

Laís Fleury

“Um dos grandes desafios que a gente vive hoje, ainda mais na pandemia, é o desafio da solidão. As crianças, os adolescentes, estão muito sozinhos e eles encontram na tela uma companhia que pode ajudar muito, pode fazer sentido, mas pode ser uma companhia vazia e que só agrava mais esse sentimento de não pertencimento”, reflete Estela Renner.

“Criarmos vínculos através de afeto, de cuidado, através do cultivo de uma planta que você e seu filho plantam juntos, por exemplo. Está muito mais dentro de nós do que imaginamos, essa vontade de verde, de conexão. E é através do vínculo que encontramos nossos sentidos, nossa plenitude. Então, parece ser muito pequeno plantar alguma coisa em casa, mas pode ter um mundo ali dentro”. Encerra Estela Renner.

Acessibilidade

Mantendo o compromisso de democratização do acesso da produtora e da distribuidora, também será possível assistir ao filme organizando uma exibição pública pelo VIDEOCAMP com recursos de legendas, legendas descritivas – closed caption, audiodescrição e linguagem de sinais em português, inglês, espanhol. 

No VIDEOCAMP, o filme conta com recursos de legendas (português, inglês e espanhol), dublagem (português), legendas descritivas – closed caption (português, inglês e espanhol), audiodescrição (português, inglês e espanhol) e linguagem de sinais (LIBRAS – linguagem brasileira de sinais, ISL – international sign language, LSE – lengua de signos española).

Foto: Divulgação | O Começo da Vida: Lá Fora

O lançamento conta ainda com uma Rede de Impacto formada por mais de 100 instituições e indivíduos conectados com o tema, que levarão a mensagem do filme para públicos diversos. O projeto tem patrocínio do Instituto Alana e da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, e apoio Institucional do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Bernard van Leer, Programa Criança e Natureza, Children & Nature Network – C&NN, FEMSA Foundation e United Way.          

Foto: Divulgação | O Começo da Vida: Lá Fora

 

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