O momento é de seriedade, mas se tem uma coisa que os brasileiros nunca perdem é o bom humor. Bastou a população entrar em quarentena para os “memes” começarem a surgir.

Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas afirma que o Brasil é o quarto país que mais comenta sobre o COVID-19. Entretanto, 34% das menções são de imagens engraçadas, o que é muito maior do que as publicações sobre notícias relacionadas a doença – que somam 17%.

Para a professora do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis, além de ajudar a “passar o tempo”, esta ferramenta também pode trazer conhecimento.‘‘Embora os memes sejam uma forma divertida e informal de conteúdo, eles podem, sim, servir para educar e disseminar informações de qualidade como dar dicas e deixar mensagens positivas de forma descontraída’’, afirma.

Uma das medidas que mais tem sido usada em comunidades e cidades do interior é o carro de som. No vídeo abaixo a locutora ressalta “Não é tempo de fazer churrasco ou festinhas”:

Outro carro já mirou na memória afetiva dos brasileiros ao tocar a música que fez sucesso com o programa Castelo Rá-Tim-Bum:

Em Teresina, a mensagem alerta “Não tem vacina, nem remédio. Fique em casa”:

Já em Marilândia, município do Espírito Santo, a prefeitura tomou medidas “drásticas” para evitar a aglomeração de idosos nas praças:

Já a Orquestra de Câmara do Amazonas resolveu ensinar como lavar as mãos ao som de Mozart

E, por fim, esse teste da função respiratória desenvolvido na Bahia e único no mundo:

Bônus

Perfis de humor têm se esforçado em trocar a preocupação que as notícias trazem por risos:

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eu tenho um jeito de quarentenar bem diferente…

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novo hobby #soueunavidanaquarentena

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