No dia 20 de dezembro, o portal Ecoera, primeiro portal de serviços e produtos com atributos sustentáveis do Brasil, passa a disponibilizar cerca de150 marcas e mais de mil produtos de moda, beleza, gastronomia e design de origem sustentável para os consumidores de todo o país. A projeção é reunir os melhores nomes engajados com causas ambientais do mercado e movimentar cerca de R$ 8 milhões no primeiro ano de operação.

Dentre as marcas disponíveis no portal estão Re-FARM, Lokal Wear, Vert, My Basic, Feira Rosenbaum, Pantys, Bioart, Bazar da Praça, Feito Brasil, Instituto Kabu, dentre outras. Todos os produtos estão listados na seção “Consumo Consciente” dentro do portal, cujo objetivo é promover formas mais justas e relações transparentes na cadeia de produção de bens de consumo.

“Pela primeira vez no Brasil, vamos compartilhar em um só espaço informação, serviços e produtos com atributos sustentáveis. Nossa meta é modificar completamente a experiência de se relacionar com as pessoas e com o meio ambiente no nosso dia a dia” explica Chiara Gadaleta, especialista em sustentabilidade e fundadora do Portal ECOERA.

Com uma curadoria de ponta liderada por Chiara em parceria com um time de especialistas, o Portal ECOERA também funcionará como um selo de legitimidade e procedência. “O consumidor se sentirá seguro e próximo às marcas e projetos que tenham uma relação verdadeira com as questões sociais e ambientais”, acrescenta Chiara.

Todos os produtos são avaliados a partir de indicadores de sustentabilidade e, para facilitar e segmentar o processo de busca no portal, eles estarão divididos em nove atributos: orgânico, vegano, produção local, produção artesanal, reuso, projeto social, empresa consciente, verde e reciclado. Com a ajuda desses filtros, o consumidor tem acesso à origem e processo de produção dos bens que está consumindo.

Sobre o ECOERA

O Movimento EcoEra foi criado em 2008 pela consultora de moda especialista em sustentabilidade, Chiara Gadaleta.

Desde a criação, o principal desafio do movimento foi integrar o mercado de moda, beleza e design a questões sociais e ambientais por meio de um conjunto de atividades, práticas e ações que aproximassem toda a cadeia produtiva da moda à sustentabilidade ambiental, social, econômica e cultural.

Esse esforço ajudou esses mercados a quebrar paradigmas e a inaugurar um novo capítulo em suas histórias, onde toda a cadeia – indústria, marcas, designers e público final – se unem para criar um ciclo de produção mais consciente, em que ética e estética possam andar lado a lado.

Clique aqui para acessar o portal.

Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.