O projeto Fábrica de Florestas, iniciativa socioambiental desenvolvida com o apoio da Braskem, quase triplicou o volume de mudas plantadas em 2014 em relação a 2013, com a entrega de aproximadamente 80 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica plantadas nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Desenvolvida pelo Instituto Fábrica de Florestas, a ação também foi responsável pela produção de mais de 165 mil mudas em todo território nacional.

Além do trabalho de recuperação de áreas degradadas, o Fábrica de Florestas também investe em ações de sensibilização e capacitação das comunidades envolvidas, por meio de seminários, visitas guiadas e cursos. No último ano, houve a ampliação do projeto ‘Viveiro Escola’, que desenvolve atividades de educação ambiental para alunos da rede pública de ensino e visitantes. No total, mais de 17 mil pessoas participaram das atividades com temas específicos de florestas, um número 54% maior do que o registrado em 2013.

“Para este ano nossa expectativa é ampliar o plantio em áreas urbanas, dando novas utilizações a áreas anteriormente degradadas, e expandir o número de visitas à Estação Ambiental Braskem Bahia, que foi inaugurada em 2014 e está localizada no Parque do Sauípe. Também manteremos o volume de produção e plantio de mudas, de acordo com a necessidade de cada região”, afirma Álvaro Oyama, diretor executivo do Instituto Fábrica de Florestas.

O projeto ainda conta com a parceria das prefeituras municipais e instituições de ensino, como a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRJ). Em Duque de Caxias (RJ), estudantes do curso de Engenharia Florestal ministraram aulas semanais para jovens de escolas da região que, em 2014, somaram quase dois mil.

“É uma premissa constante da Braskem fomentar iniciativas que contribuam para melhorar o desenvolvimento humano, incluindo aspectos como a preservação de áreas verdes e educação ambiental”, afirma  André Leal, líder de Responsabilidade Social da Braskem.

Arquiteta e urbanista com formação em desenvolvimento sustentável pela University of New South Wales, em Sidney, Austrália. Fundou o CicloVivo em 2010 com a proposta de falar sobre sustentabilidade de forma divertida e descomplicada. Acredita que o bom exemplo é a melhor maneira de influenciar pessoas e que a simplicidade é a chave para vivermos em harmonia.