A Câmara Municipal de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, aprovou o Projeto de Lei 293/17, do Vereador André Carús, que institui e delimita a Zona de Inovação Sustentável de Porto Alegre (Zispoa). A área, compreendida em parte dos bairros Bom Fim, Farroupilha, Floresta, Independência, Rio Branco e Santana, visa favorecer a promoção de políticas públicas sustentáveis, com relevância urbanística, ambiental e empreendedora.

Carús disse que a delimitação da Zispoa visa promover atividades voltadas à inovação e à sustentabilidade, incluindo educação ambiental, integração social e comunitária, empreendedorismo e incentivo ao uso de tecnologias e ações que contribuam para a redução de emissão de gases do efeito estufa. “O desenvolvimento econômico e social passa, necessariamente, pela promoção da sustentabilidade. A Zispoa vem arejando as históricas bandeiras ecológicas do Estado, mostrando aos empreendedores sua importância dentro deste processo de inovação e sustentabilidade. O que estamos fazendo agora é reconhecer e incentivar a ampliação do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo grupo desde 2015, além de garantir que esta área seja incluída na discussão do Plano Diretor, que faremos a partir do ano que vem”, disse.

Atividades que serão incentivadas na Zispoa:

– Uso de inovação e tecnologia no desenvolvimento e aprimoramento da sustentabilidade e da eficiência na utilização de recursos tanto nos negócios quanto no dia-a-dia;

– Promoção da cultura empreendedora e o desenvolvimento de startups para incorporar soluções sustentáveis e eficientes aos negócios e para a sociedade;

– Fomento a iniciativas que visem conservar e reutilizar os recursos de forma mais eficiente, especificamente recursos renováveis, propondo mais harmonia e equilíbrio com os ciclos naturais dos ecossistemas;

– Incentivo à economia compartilhada, criativa e colaborativa para o desenvolvimento de negócios e comunidades, tanto quanto os valores de Inovação Sustentável;

– Promoção da gestão participativa e comunitária;

– Tornar a região amigável aos negócios colaborativos, sustentáveis e tecnológicos; e

– Buscar alternativas para demarcar visualmente a área.

Veja aqui quais áreas vão compreender a zispoa.

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