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Vídeo mostra lixo encontrado por família brasileira em ilha deserta paradisíaca

Família reuniu a tripulação e recolheu todo o lixo encontrado.

17 de fevereiro de 2016 • Atualizado às 11 : 06
Vídeo mostra lixo encontrado por família brasileira em ilha deserta paradisíaca

A maior parte do lixo é composta por pequenas garrafas de água. | Foto: Família Schurmann

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Em setembro de 2014, o CicloVivo noticiou a saída da Família Schurmann para sua volta ao mundo com um barco sustentável. Quase dois anos se passarem e desde então a aventura tem proporcionado o encontro com belezas naturais imensuráveis, assim como momentos não tão agradáveis assim. Exemplo disso foi o registro de um montante de plástico em uma ilha deserta na Micronésia, região do Oceano Pacífico.

Apesar de inóspito, a ilha West Fayu possui rastros humanos. E não é a primeira vez que a Família Schurmann se depara com esta situação, mas só agora conseguiu registrar. O vídeo publicado nas redes sociais já teve mais de 500 mil visualizações, causando revolta nos internautas.

A maior parte do lixo é composta por pequenas garrafas de água que, provavelmente, foram jogadas no mar até parar no local, uma vez que não há habitantes na ilha. Mas, a família fez a sua parte: reuniu a tripulação e recolheu todo o lixo encontrado.

Dentro do veleiro, que é totalmente tecnológico, há uma máquina para compactar lixo reciclável. O plástico foi ali depositado e será guardado até encontrarem um local adequado para reciclagem.

Confira o relato e logo abaixo o vídeo publicado pela Família Schurmann:

“Simplesmente não acreditamos na quantidade de plástico que encontramos quando chegamos em West Fayu, uma ilha totalmente deserta das Ilhas Carolinas, na Micronésia. Muitas vezes as pessoas não imaginam ou têm consciência de que um lixo jogado no mar pode viajar milhares e milhares de milhas, colocando em risco a vida marinha e poluindo um local lindo como este. Ficamos tão incomodados que recolhemos todas as garrafas plásticas e levamos ao veleiro Kat para compactar e guardar até chegarmos a um porto com local adequado para reciclagem. É o mínimo que podemos fazer para ajudar a preservar esse paraíso”.

Por Marcia SousaRedação CicloVivo

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