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Programa quer atrair visionários do Brasil para a Nova Zelândia

Com a criação do novo Visto de Impacto Global, o país será o novo endereço de 400 empreendedores com visão global.

20 de fevereiro de 2017 • Atualizado às 14 : 12

A iniciativa visa atrair empreendedores, investidores e equipes de startups para desenvolver projetos, de amplo impacto. | Foto: iStock by Getty Images

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A Nova Zelândia será o novo endereço de até 400 empreendedores com visão global, de países do mundo todo e inclusive do Brasil, decididos a desenvolver projetos para desafios mundiais, em um programa inovador que acaba de ser lançado. A Edmund Hillary Fellowship, em parceria com a Immigration New Zealand, é uma iniciativa que visa atrair empreendedores, investidores e equipes de startups a cada ano para incubar e desenvolver projetos, de amplo impacto, a partir da Nova Zelândia. Também se somarão aos empreendedores e suas equipes, a cada ano, 20 neozelandeses que se beneficiarão do suporte e das redes globais.

“Esse é um programa mundial que despertou interesse também de brasileiros. O Visto de Impacto Global oferece oportunidades para empreendedores solucionarem problemas globais em conjunto e abre ainda mais oportunidades para que Brasil e Nova Zelândia sigam inovando ”. Caroline Bilkey, embaixadora da Nova Zelândia no Brasil.

“A Nova Zelândia possui tudo o que é necessário para ser um polo de inovação global e atrair as mentes mais brilhantes do mundo, sobretudo por conta da facilidade de se fazer negócios no país, alto nível educacional, baixíssimos índices de corrupção e boas relações internacionais,” afirma Yoseph Ayele, CEO da Edmund Hillary Fellowship (EHF).

Um dos principais facilitadores do programa é a Global Impact Visas (GIVs), uma nova categoria de vistos que a Immigration New Zealand emitirá aos Fellows indicados pela EHF para o programa de três anos. Os GIVs oferecem aos bolsistas EHF um visto de trabalho aberto de três anos para viver e trabalhar na Nova Zelândia de forma a desenvolver negócios globais, e oferece elegibilidade para residência após 30 meses no programa.

“Os GIVs são o primeiro tipo de vistos no mundo orientados ao impacto global”, afirma Ayele. “É voltado aos talentos empreendedores globais, que talvez podem não se adequar a outras categorias de vistos, mas têm a motivação, capacidade e conexões para criar grande valor “.

A EHF é uma colaboração entre a organização sem fins lucrativos Hillary Institute for International Leadership e a Kiwi Connect, uma instituição que promove o empreendedorismo de alto impacto na Nova Zelândia.

A iniciativa oferece um programa de três anos de subsídios, com suporte local personalizado e acesso às reconhecidas redes de inovação neozelandesas e recursos para incubar e desenvolver empreendimentos inovadores no país.

“Estamos em busca das mentes mais brilhantes do mundo em todos os estágios de seus empreendimentos e que têm como objetivo criar impacto global positivo a partir da Nova Zelândia”, diz Ayele.

“Nos inspiramos em Sir Edmund Hillary, o neozelandês mais reconhecido internacionalmente e que nos mostrou que tudo é possível com coragem e foco já que foi a primeira pessoa a escalar o Monte Everest. Posteriormente, dedicou a maior parte de sua vida ao trabalho humanitário para melhorar a vida das comunidades Sherpa no Himalaia”.

“Nossos Fellows serão grandes embaixadores do legado de Sir Edmund, incorporando seus valores de ousadia, interconexão, excelência, autenticidade, humildade e eficiência para realizar suas missões”.

Os Fellows podem estar baseados em qualquer lugar da Nova Zelândia, para aproveitar as oportunidades únicas de cada região e obterem sucesso em suas missões ao longo dos três anos da experiência.

As inscrições online estão abertas o ano todo, a partir de 31 de Janeiro de 2017, e a EHF selecionará a primeira turma de Fellows até ao segundo semestre de 2017, com uma nova turma se formando a cada seis meses, cada uma com no máximo 60 Fellows – 50 Fellows de diferentes partes do mundo, e 10 da Nova Zelândia.

Clique aqui para acessar o site.

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