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Lama tóxica da Samarco cobre mais de 27 km² do mar no Espírito Santo

Aos poucos, a lama vai se espalhando por outras regiões, de acordo com a influência das marés e do vento.

13 de janeiro de 2016 • Atualizado às 14 : 37

As imagens aéreas coletadas pelo Iema demonstram o tamanho da contaminação no Rio Doce e também no oceano. | Foto: Fred Loureiro/Secom ES

Lama tóxica da Samarco cobre mais de 27 km² do mar no Espírito Santo
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A lama tóxica liberada após o rompimento das barragens da Samarco ocupa, atualmente, 27,4 km² do mar em Espírito Santo. De acordo com as medições feitas pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), a mancha se concentra entre as praias de Regência e Povoação, na foz do Rio Doce.

Em consequência da contaminação e da densidade da lama, diversas áreas estão interditadas, para impedir a contaminação por parte de banhistas e problemas com embarcações. Aos poucos, a lama vai se espalhando por outras regiões, de acordo com a influência das marés e do vento.

No monitoramento realizado no último domingo (10), a área coberta pela lama no litoral capixaba era de 73,3 km². Por influência dos ventos, aos poucos a mancha se espalhou e ficou menos densa. A redução nos níveis de turbidez liberou três praias: Pontal do Ipiranga, Barra Seca e Degredo. Regência, Povoação e Comboios continuam bloqueadas.

As imagens aéreas coletadas pelo Iema demonstram o tamanho da contaminação no Rio Doce e também no oceano. Na última semana a mineradora já havia sido notificada pelo Ibama por causa de uma mancha identificada na região de abrolhos e que, possivelmente, está associada à lama tóxica resultante do desastre ocorrido nas barragens mineiras.

Redação CicloVivo

 

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