Escultor transforma peças de máquinas de escrever antigas em esculturas
04 de Outubro de 2010 • Atualizado às 07h11

O artista californiano Jeremy Mayer adora brincar com máquinas de escrever antigas e suas peças que, quando quebradas, são descartadas no lixo.

Com essas peças Jeremy cria esculturas em tamanho e proporções reais, é um minucioso trabalho, bastante parecido com o de um relojoalheiro.

Ele procura peças e geometrias diferentes para criar sua arte cinética. As figuras humanas e animais são as preferidas do artista, que tem muitas obras parecidas com robôs do futuro.

Jeremy nunca se formou como artista, porém, ele utiliza programas de computador 2D e 3D para fazer esboços de suas esculturas. Cada uma delas, feita em tamanho real, leva cerca de 1.200 horas para ficar pronta. Isso comprova que para fazer esse trabalho artesanal é preciso ter muita paciência.

“Meu dia de trabalho é suficiente para pagar a minha hora de fazer arte, mas como em qualquer outra profissão, isso tende a variar. A arte tem se mantido consistente em minha vida como fonte de renda”, diz Jeremy sobre sua remuneração.

Suas esculturas não são apenas bonitas, mas também contribuem para a diminuição da quantidade de lixo eletrônico, que estariam poluindo o solo em aterros sanitários. Além disso, o artista deixa de produzir novas peças de metais, que geralmente tem alto impacto em seu ciclo de vida, para reutilizar peças já existentes.



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