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Escola pública em SP é finalista de prêmio internacional de sustentabilidade

Os próprios alunos fizeram um projeto com ideias que poderiam deixar a escola mais sustentável.

1 de novembro de 2016 • Atualizado às 11 : 28

O projeto concorre na categoria Escolas Secundárias Globais e o prêmio para a escola vencedora é de cem mil dólares. | Foto: Reprodução

Escola pública em SP é finalista de prêmio internacional de sustentabilidade
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A Escola Estadual Prof. Dimas Mozart, em Tauqaritinga, interior de São Paula é uma das finalistas do Prêmio Zayed de Energia do Futuro, organizado pelo governo dos Emirados Arábes Unidos, para incentivar projetos de sustentabilidade nas escolas. Através de uma iniciativa da professora Viviane Cristina Silva Ramos, que leciona ciências biológicas na instituição, os próprios alunos fizeram um projeto com ideias que poderiam deixar a escola mais sustentável.

Entre as sugestões para reduzir os impactos ambientais da escola, estão: produção de balões térmicos nos refeitórios para que os alunos sirvam as suas próprias refeições; construção de cisterna para captação de água de chuva e de uma composteira para horta orgânica; pintura de paredes com tinta ecológica; substituição do uso de lâmpadas incandescentes por lâmpadas de Led; instalação de placas solares para a geração de energia; troca de torneiras e descargas por modelos que economizem água; e instalação de telhas transparentes para aproveitar a iluminação natural.

“Os alunos pesquisaram, deram ideias, gravaram vídeos. Fui juntando as ideias sobre o que eles sonhavam em mudar na escola, sobre o que poderia ser mudado para tornar a escola mais sustentável”, conta Viviane. O resultado foi a formulação de um projeto com oito páginas escrito pela professora e traduzido para o inglês pelo consulado dos Emirados Árabes, em São Paulo.

O projeto concorre na categoria Escolas Secundárias Globais e o prêmio para a escola vencedora é de cem mil dólares, para que as ideias sejam colocadas em prática. Concorrem uma unidade de cada continente (América, Europa, África, Ásia e Oceania). Entre as escolas da América, concorrem mais dois projetos, um da Bolívia e outro do México.

O resultado do concurso será conhecido em janeiro de 2017. Neste mês, a professora Viviane, acompanhada de dois alunos que mais se destacaram na formulação do projeto, vai a Abu Dhabi, para acompanhar a cerimônia de divulgação dos vencedores do prêmio.

Do Governo do Estado de São Paulo

 

 

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